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04 de novembro de 2019

Quando o saber é construído com a participação do aluno o aprendizado se dá com mais entusiasmo e foi isso o que vimos na SAC

            A 21ª edição da SEB Arte e Cultura – SAC do colégio Geo Tambaú, realizada nesta sexta-feira (01), é um daqueles momentos onde a gente tem certeza de que há inúmeras formas de construção do conhecimento e que quando a criação artística, cultural e científica se dá de forma voluntária, entusiasta e com a participação direta dos alunos o aprendizado fica mais rico e os horizontes se ampliam naturalmente. Quem passou na escola durante todo o dia pôde vivenciar experiências, participar de experimentos, aprofundar conhecimentos, assistir verdadeiras aulas cujos protagonistas foram os alunos. E eles deram um show de criatividade, inclusive na decoração das salas, competência nas apresentações, conhecimento de causa e, sobretudo, de entusiasmo pelo que estavam fazendo.

            A mãe das alunas Daiane, da 3ª série A e Dambia, do 8ª ano B, Luciana Araújo participou da SAC pela primeira vez e estava encantada com tudo o que viu. “Estou surpresa com a riqueza de detalhes, a diversidade de enfoques, a multiplicidade de temas trabalhados. É uma experiência muito rica que, com certeza, amplia muito o conhecimento não apenas dos alunos, mas de quem participa do evento”, disse a dona de casa que não se limitou a ver a apresentação das filhas.

            A enfermeira Ana Paula Quadros, mãe do aluno Bruno, do 5º ano A, também elogiou a SAC. “Estou maravilhada com a criatividade dos alunos e com essa forma do colégio estimular a ampliação de conhecimentos que sai um pouco da sala de aula e ganha outros contornos”, destacou ela, que já tinha ido ao colégio pela manhã ver a apresentação do Bruno, mas, voltou com ele à tarde para ver os demais trabalhos. “Ele pediu para vir prestigiar os outros colegas e eu estou gostando muito das outras apresentações”, complementou Ana Paula.

            Esse ano, o tema central trabalhado foi “Despertar para um Futuro Inovador”. E os alunos do 6º ano C não perderam tempo e se aprofundaram nesta temática, optando por abordar a “Tecnologia no mundo’. Divididos em quatro grupos, eles focaram os pontos positivos e negativos da evolução tecnológica, assim como a tecnologia do passado, dos dias atuais e ainda fizeram projeções para o futuro. “O celular, por exemplo, é um equipamento tecnológico que ao mesmo tempo que trouxe muitas novidades boas, também mudou as relações com as pessoas. Muita gente tem mais amigos virtuais que verdadeiros”, disse Marina, que junto com João Gabriel e Dandara integrou o grupo de blusa amarela.

            Uma turma de alunos do 8º ano focou a temática da Amazônia, com a apresentação “Pray for Amazônia” e abordaram, através de uma encenação, desde a questão das queimadas recentes, passando pela biodiversidade da região, pelas riquezas da floresta, da questão dos índios e da importância da preservação daquele espaço não apena para o Brasil, mas, para o mundo.

            A questão da radioatividade, com enfoque sobre os dois bombardeamentos atômicos nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, realizados pelos Estados Unidos contra o Império do Japão, durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945, e suas consequências, foi abordado com riquezas de detalhe por alunos do 8ª ano. Outro assunto correlato, desta vez, sobre o acidente nuclear na usina de  Chernobil, ocorrido entre 25 e 26 de abril de 1986, no norte da Ucrânia Soviética, também foi explorado por outro grupo de estudantes da mesma série. Quem assistiu a apresentação dos alunos, com muita riqueza de detalhes, nas falas e também em encenações, pôde entender que o acidente ocorreu durante um teste de segurança cuja combinação de falhas humanas e estruturais dos reatores produziu uma tragédia, que vitimou um número ainda incerto de vítimas.

            Outros alunos do 9º ano trabalharam o tema inclusão, com enfoque na questão da linguagem de Libras. Além de abordarem a história da criação da linguagem de sinais, fazendo uma retrospectiva da oficialização do curso de Libras e da regulamentação das profissões de professor e interprete, a apresentação dos estudantes tinha ainda uma parte prática onde os visitantes aprendiam expressões básicas, tipo, Bom dia, Como é seu nome, obrigado, o sim, e o não, entre outras, na linguagem de sinais. Outros alunos abordaram questões do Nordeste e suas particularidades, com ênfase na cultura, características da região, de suas tradições, potenciais, costumes, etc.

            Os alunos das turmas do Infantil trabalharam o tema “Das histórias em quadrinhos para as telas do Cinema” em ricas e variadas apresentações de peças, dança, e também de um musical. O Infantil III mostrou a evolução tecnológica dos alimentos, o Infantil IV apresentou a tecnologia dos brinquedos e também das brincadeiras, o Infantil V ficou com a evolução do Cinema e a 1ª Série do Fundamental focou a evolução da Fotografia. Todas as apresentações ocorreram nas próprias salas de aula que estavam decoradas com cenários ligados a cada tema trabalhado. Vale salientar que as entradas das salas também estavam decoradas, destacando o tema a ser abordado em cada espaço.

            Já os alunos do Fundamental apresentaram trabalhos de Gameficação, Robótica com sucata, fizeram releituras interpretadas, experiências científicas e também apresentações de Realidade Aumentada. Tudo isso por meio de painéis, seminários, dinâmica e outras metodologias. Bruno Quadros, do 5º ano A, fez uma apresentação focando a questão da Robótica e apresentou um robô escova. “Foi legal construir um robô. Eu gostei muito da experiência”, disse ele.

            Já os alunos da 1ª e da 2ª série do Ensino Médio apresentaram temas dentro da temática “Despertar para um Futuro Inovador”, sob os aspectos do empreendedorismo; das linguagens; da responsabilidade social; da sustentabilidade e o mundo do conhecimento de forma geral. Falas, teatralização, mostras de materiais diversos e apresentações marcaram as participações dos alunos.

            O diretor geral do Geo Tambaú, Danilo Abdala, que pela primeira vez acompanha a SAC, ficou encantado com tudo o que viu, principalmente, com o entusiasmo e alegria dos alunos. “Eu já sabia, através de relatos de pessoas que já vivenciaram o evento, que a SAC era um dos momentos mais ricos e diversificados do colégio, mas, confesso que por mais que eu me esforçasse para vislumbrar tudo o que vi hoje, eu não consegui. Os alunos, os professores, os pais que estimularam seus filhos a participar e que estiveram aqui hoje prestigiando o evento, estão de parabéns. A construção de conhecimento vivenciado hoje por todos os participantes, sejam eles alunos ou visitantes, com certeza ampliou horizontes e essa é nossa grande proposta, ou seja, proporcionar aos nossos alunos uma formação integral e plural, que dê a ele capacidades cognitivas não apenas para compreender a atualidade, mas, sobretudo, criar novas oportunidades”, destacou Danilo.

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