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15 de agosto de 2019

Escola de João Pessoa aposta em projeto de ensino interdisciplinar e constante do Inglês para gerar futura fluência dos alunos na língua

            Já se foi o tempo em que falar uma segunda língua era um diferencial. Hoje, ser fluente em duas ou mais línguas é quase uma obrigatoriedade imposta pelas empresas que preferem  profissionais poliglotas. Escolas que estão conectadas com essa nova realidade já pensaram em projetos pedagógicos diferenciados que dão um suporte mais firme aos seus alunos para também terem sucesso nesse sentido. O GEO, por exemplo, desenvolveu, em 2019, o projeto “Fluência”, no qual o ensino do Inglês tem a intenção de montar todo um arcabouço linguístico e tornar o alunado, como o nome já sugere, fluente em outra língua.  Um ponto-chave para isso é a regularidade do ensino e sua interdisciplinaridade, assim como em uma escola bilíngue. O programa é direcionado a alunos do Infantil e Fundamental I, porque quanto mais cedo, melhor a aprendizagem da língua estrangeira.

            De um modo bem geral, sabemos que estudar um novo idioma deve ser uma atividade constante e isso também tem relação com quanto tempo do dia será dedicado a isso. Também é certo que quanto mais cedo você começa a aprender um idioma diferente, mais rápido e fácil será adquirir fluência, pois terá mais tempo de prática e, portanto, um maior domínio no futuro, usando o novo idioma em sua completa interdisciplinaridade: ele vai estar no seu contexto social, acadêmico, profissional, etc.

            Assim, através da frequência e da relação que o inglês pode ter com as demais disciplinas, o projeto, segundo o coordenador do GEO, o professor Aku Rosenqvist, conseguirá, ao longo dos anos de ensino, “criar fluência” como o nome do projeto se refere. “Como já foi comprovado por vários estudos, um dos fatores que mais garantem sucesso na aprendizagem de um novo idioma é sua frequência. O aluno tem que ter contato constante”, disse Aku, acrescentando que a constância, junto à interdisciplinaridade gera uma receita já muito usada por escolas bilíngues e isso tem sido levado em consideração no projeto Fluência.

            “Como não existe uma legislação clara sobre o que é o ensino bilíngue, temos vários modelos aplicados com esse termo. A meu ver, ensino bilíngue tem que ter um componente interdisciplinar muito forte. Ensinar outras matérias como história, matemática, tudo em inglês”, disse ele, frisando que no GEO o projeto quer gerar fluência através de ações similares. “São aulas de ensino de idioma, projetos interdisciplinares como educação financeira, por exemplo, em inglês, e preparação para exames do Cambridge”, explicou.

            Nesse formato, os alunos GEO têm aulas de inglês de segunda a sexta-feira, ou seja, são cinco aulas na semana, sendo uma por dia, que envolvem o ensino da língua em si, como a gramática, por exemplo, mas também tem aulas que levam em consideração a relação com as demais disciplinas do planejamento pedagógico dos alunos.  A intenção, explica o coordenador do projeto, é trazer o inglês para cada vez mais próximo das crianças, de seu cotidiano, não separando a língua do restante das disciplinas, mas podendo, quando possível, ensiná-las também em inglês.

            Por isso, também, não há matricula separada, como em um curso de inglês. “Justamente por ele não ser separado do ensino das demais matérias e por querermos que todos tenham acesso que não há matricula separada, nem custo adicional. Isso é algo que eles precisarão para o futuro e estamos de olho nisso”, concluiu Aku Rosenqvist, apostando no projeto. “Talvez tenhamos resultados no ano que vem com os primeiros exames do Cambridge”, disse ele.

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