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12 de agosto de 2019

Alunos GEO participam de experimento em laboratório que mostra em pouco tempo como a natureza transforma o solo ao longo dos anos

            Além de passar toda a matéria do currículo para os alunos, também é papel da escola instigá-los! Sobretudo provocá-los e orientá-los rumo à capacidade de pensar criativa, original e criticamente e, se possível, vendo e participando de experimentos que mostrem na prática o que eles viram na teoria. É é justamente com esse propósito que o professor de ciências, Fábio Henrique de Andrade, frequentemente leva seus alunos para o laboratório, como fez nesta sexta-feira (09), com a turma do 6º ano manhã, da unidade GEO Sul, para estudarem o fenômeno da formação do solo e da ação da natureza ao longo dos anos.

            “É preciso repensar o estudo, torná-lo mais dinâmico e atrativo para essa garotada que vive conectada e não se contenta apenas com a teoria, por isso, gosto das aulas do laboratório que além de contextualizar o aprendizado, na prática, coloca os alunos como agentes do assunto estudado porque eles atuam verdadeiramente, se empolgam e assimilam mais o assunto colocando a ‘mão na massa’”, destaca Fábio.

            A experiência vivida pelos alunos da 6ª série hoje versou sobre a formação do solo e a transformação que ele tem através da ação da natureza, com a ação do Sol, da chuva, da temperatura. Segundo o professor, foi feita simulações da ação do Sol na rocha, usando lâminas de vidro de laboratório (numa simulação de rochas), recipientes de louca refratária, álcool gel, pegadores de laboratório para entender como se dá a ação do Sol nas rochas. “Simulamos em poucas horas a ação que a natureza leva muitos anos para executar”, destaca o professor, lembrando que as aulas práticas desenvolvem as habilidades da turma e também os estimula ainda mais e estudar sobre os assuntos. “Dessa forma, eles colocam não só a mão na massa, como percebem claramente os fenômenos como se processam”, destaca Fábio.

            O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que na escola, os alunos são constantemente, levados a pensarem além da teoria, tendo estímulos a partir de várias atividades e projetos que lhes proporcionam um aprendizado mais amplo. “Os alunos GEO têm acesso a uma educação muito mais completa, envolvente, marcante e estimulante e, neste contexto, as aulas práticas, de campo, nos laboratórios, fazem muita diferença”, finaliza o diretor.

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